História do Psytrance no Brasil
De Goa aos grandes festivais brasileiros, a jornada do trance psicodélico que conquistou o país.
Introdução
O psytrance chegou ao Brasil no final dos anos 90, trazido por viajantes que voltavam de Goa, na Índia, onde o gênero nasceu. O que começou como festas pequenas em praias e fazendas se transformou em um dos maiores movimentos de música eletrônica do país.
As Origens em Goa
Goa, na costa oeste da Índia, foi o berço do psytrance nos anos 80 e 90. DJs como Goa Gil e Raja Ram criaram um som único que misturava sintetizadores, batidas hipnóticas e influências orientais. Brasileiros que viajavam para lá trouxeram essa cultura de volta, organizando as primeiras festas no litoral paulista e no sul da Bahia.
O Boom dos Anos 2000
A virada do milênio marcou a explosão do psytrance no Brasil. Festivais como Universo Paralello, Soulvision e Tribe se consolidaram, atraindo milhares de pessoas e DJs internacionais. O Brasil se tornou um dos maiores mercados mundiais do gênero, com uma cena vibrante de produtores e selos independentes.
Festivais Icônicos
O Universo Paralello, realizado nas praias da Bahia desde 2000, se tornou referência mundial em festivais de psytrance. Com edições que duram até 10 dias, o UP reúne os maiores nomes do gênero em um ambiente de praia paradisíaco. Outros festivais como XXXperience, Tribe e Atmosphere também ajudaram a consolidar a cena.
A Cena Atual
Hoje, o Brasil possui uma das cenas de psytrance mais ativas do mundo. Produtores brasileiros como Vini Vici (de origem israelense mas muito ligado ao Brasil), Highlight Tribe e Tristan são reconhecidos internacionalmente. A nova geração continua expandindo os limites do gênero, incorporando elementos de techno e progressive.
Conclusão
O psytrance no Brasil é mais do que um gênero musical - é uma cultura, uma comunidade e um estilo de vida que conecta milhares de pessoas através da música, arte e consciência.
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